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POLÍCIA

Operação apreende 2,1 mil peças automotivas irregulares e prende comerciante em Campinas

Ação da Deic e da DIG encontrou peças proibidas, veículos desmontados e um galpão irregular; suspeito foi preso em flagrante

Publicado em 08/07/2026 às 08:58
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Polícia Civil apreendeu mais de 2,1 mil peças automotivas em lojas e galpões na região do Jardim São Vicente, em Campinas. (Foto: Reprodução)

Uma operação da Polícia Civil apreendeu mais de 2,1 mil peças automotivas e prendeu um comerciante em flagrante na terça-feira (7), em Campinas. A ação foi realizada por equipes da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) e da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG), que apuram a atuação de uma organização criminosa envolvida na adulteração de veículos.

Os policiais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão em estabelecimentos comerciais pertencentes ao mesmo proprietário, localizados na região da Avenida Engenheiro Antônio Francisco de Paula Souza e da Rua Francisco Grassano. Os locais atuavam na comercialização de peças usadas e mantinham parceria com o Detran.

Durante a fiscalização, os agentes encontraram, em duas lojas autorizadas a funcionar, componentes de segurança usados, como cintos de segurança, amortecedores e sistemas de airbag. A comercialização desses itens é proibida pela legislação.


Em um galpão sem registro junto ao órgão estadual, foi localizado um grande estoque de peças irregulares. Já em um imóvel desabitado, a equipe encontrou 11 veículos parcialmente desmontados. Embora nenhum tenha sido identificado como produto de roubo ou furto, todos apresentavam sinais identificadores suprimidos.

Ao todo, foram apreendidas barras de direção, amortecedores, módulos eletrônicos, latarias sem selo de rastreabilidade e diversos componentes de airbag.

O comerciante responsável pelos estabelecimentos foi preso em flagrante pelos crimes de adulteração de sinal identificador de veículo, crime contra as relações de consumo e organização criminosa. A Polícia Civil solicitou à Justiça a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva.

Fonte: Portal da Cidade Sumaré

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