A campanha de vacinação contra a influenza segue avançando em Sumaré, com 13.155 doses já aplicadas desde o início da imunização, em 28 de março. Os dados foram divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde nesta quinta-feira (23).
A vacinação é gratuita e está disponível de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 15h30, em todas as salas de vacina da rede municipal. Para receber a dose, é necessário apresentar documento com foto e carteira de vacinação. Pessoas com comorbidades devem levar comprovante da condição.
Entre os grupos prioritários, os idosos concentram o maior número de doses aplicadas, com 8.610 imunizações. As gestantes somam 633 doses, enquanto 1.568 crianças já foram vacinadas. Outros grupos prioritários totalizam 2.344 aplicações.

Segundo o secretário de Saúde, Frederico Almeida, a vacinação é fundamental para reduzir complicações causadas pelo vírus. “Nossa meta é ampliar a cobertura, principalmente com a chegada do período mais frio, quando aumentam os casos de doenças respiratórias”, destacou.
Em 2026, o município já registrou 87 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com três confirmações de influenza. Os casos envolvem diferentes faixas etárias, incluindo um bebê com menos de um ano, um jovem entre 15 e 19 anos e um adulto entre 40 e 60 anos. Entre as comorbidades identificadas estão cardiopatia e diabetes.
Quem deve se vacinar
A campanha é voltada a grupos prioritários, incluindo:
- Crianças de 6 meses a menores de 6 anos
- Gestantes e puérperas
- Idosos a partir de 60 anos
- Trabalhadores da saúde e professores
- Pessoas com doenças crônicas
- Pessoas com deficiência permanente
- Profissionais da segurança e Forças Armadas
- Caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo
- Trabalhadores portuários e dos Correios
- População privada de liberdade e jovens em medidas socioeducativas
- Pessoas em situação de rua, quilombolas e indígenas
Impacto na saúde pública
A ampliação da cobertura vacinal é considerada estratégica para reduzir internações, evitar agravamentos e proteger os grupos mais vulneráveis, especialmente durante os meses de outono e inverno.