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Polícia Civil prende dois colombianos suspeitos de integrar organização criminosa

Investigação apura atuação de grupo especializado em empréstimos e cobrança de dívidas; cerca de mil cartões foram apreendidos no imóvel

Publicado em 16/08/2026 às 15:21

A Polícia Civil prendeu nesta sexta-feira (14) dois homens, ambos de nacionalidade colombiana, suspeitos de integrar uma organização criminosa investigada por atuar na concessão de empréstimos e na cobrança de dívidas. As prisões ocorreram durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em um apartamento no Loteamento Residencial Viva Vista, em Sumaré.

A operação foi realizada por policiais da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas, com autorização da 2ª Vara Criminal de Campinas.

Durante as buscas, os investigadores apreenderam aproximadamente mil cartões relacionados à oferta de empréstimos, cinco celulares, um caderno com anotações contábeis, documentos e duas motocicletas.

Segundo a Polícia Civil, uma análise preliminar do material encontrado indicou que as atividades investigadas continuavam sendo realizadas mesmo após prisões anteriores relacionadas à apuração.

Suspeitos foram presos em flagrante

De acordo com a investigação, os elementos encontrados no imóvel indicaram a permanência da atuação do grupo. Diante dos indícios, os dois homens receberam voz de prisão em flagrante pelo crime de integrar organização criminosa.

A dupla foi encaminhada à unidade especializada, onde as prisões foram confirmadas pela autoridade policial. Após os procedimentos de polícia judiciária, os investigados foram levados à Cadeia Pública de Sumaré.

Os dois permanecem à disposição da Justiça.

Investigação continua

A apreensão dos cartões, celulares, documentos e anotações deverá auxiliar os investigadores na apuração da estrutura e da forma de atuação da organização criminosa. A Polícia Civil não informou, até o momento, o número de pessoas envolvidas no grupo nem os valores movimentados nas atividades investigadas.

Os suspeitos são investigados, e a prisão não representa condenação definitiva.

Fonte: Portal da Cidade Sumaré

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