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ACIAS e Sinditec pedem revisão da taxa de iluminação pública em Sumaré

Entidades empresariais protocolaram ofício na Prefeitura após reclamações sobre aumento da CIP nas contas de energia elétrica

Publicado em 06/08/2026 às 16:11

Reprodução

A ACIAS (Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Sumaré) e o Sinditec (Sindicato das Indústrias Têxteis de Americana e Região) protocolaram nesta quarta-feira (5) um ofício na Prefeitura de Sumaré solicitando a revisão da Taxa de Contribuição para Custeio da Iluminação Pública (CIP).

O documento formaliza as demandas apresentadas durante uma reunião realizada no fim de julho entre representantes das entidades empresariais e integrantes da administração municipal. O encontro teve como pauta os impactos do reajuste da cobrança nas contas de energia elétrica de empresas instaladas no município.

Participaram da reunião o diretor da ACIAS, Rodrigo Ruiz; a gerente da entidade, Francislaine Braga; o presidente do Sinditec, Edison Botasso; o diretor do sindicato, Laerte Antonio Dell'Agnezze; e o empresário Carlos Lacerda, da Têxtil Javanesa. O secretário municipal de Comunicação, João Cleto, recebeu os representantes em nome da Prefeitura.


Segundo as entidades, empresários de diferentes setores, incluindo indústria, comércio e serviços, relataram aumento considerado expressivo nas contas de energia após a alteração da cobrança.

“A ACIAS tem acompanhado de perto as reivindicações dos empresários e reforça seu compromisso de representar os interesses da classe empresarial, buscando diálogo permanente com o poder público para a construção de soluções”, afirmou a presidente da associação, Selma Koshoji.

Durante a reunião, o secretário municipal de Comunicação informou que a legislação relacionada à CIP deverá ser reavaliada pela administração municipal. A proposta é promover uma revisão da norma, com possíveis adequações para reduzir os impactos financeiros apontados pelo setor produtivo.

As entidades afirmam que seguem buscando diálogo com o poder público para encontrar alternativas que considerem a sustentabilidade financeira do município e os impactos da cobrança sobre empresas e atividades econômicas de Sumaré.

Fonte: Impauta Comunicação - Edição Douglas Melo

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