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HES identifica pacientes com bactéria resistente e reforça protoco

Casos foram detectados em março e não apresentaram infecção ativa no Hospital Estadual de Sumaré, segundo Secretaria de Estado da Saúde

Publicado em 16/04/2026 às 09:08

O Hospital Estadual de Sumaré (HES) identificou 12 pacientes internados como portadores da bactéria KPC, conhecida pela alta resistência a antibióticos. A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado da Saúde, com base em exames de rotina realizados ao longo do mês de março.

De acordo com o órgão estadual, a presença da bactéria não indica, necessariamente, infecção ativa. Nenhum dos pacientes apresentou sintomas ou quadro infeccioso associado, o que dispensou, até o momento, o uso de antibióticos.

Como medida preventiva, o hospital adotou protocolos rigorosos para evitar qualquer possibilidade de transmissão. Entre as ações estão o isolamento dos pacientes, sinalização específica nos leitos, uso de equipamentos exclusivos para atendimento, além da obrigatoriedade de equipamentos de proteção individual (EPIs) pelas equipes de saúde.


A unidade também reforçou os processos de limpeza e desinfecção, mantendo o controle sanitário e a segurança no ambiente hospitalar. Segundo o hospital, há abastecimento regular de insumos e treinamento contínuo dos profissionais.

A Secretaria de Estado da Saúde destacou que a identificação de pacientes colonizados por bactérias multirresistentes faz parte da rotina de vigilância hospitalar, especialmente em unidades que atendem casos de maior complexidade.

Contexto regional

Situações semelhantes também foram registradas em outras cidades da região. Em Americana, o Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi confirmou, em março, um caso de paciente com a bactéria na UTI, adotando medidas de contenção.

Já em Campinas, dois pacientes internados no Hospital Municipal Mário Gatti morreram no início de abril. Segundo a prefeitura, eles estavam com a bactéria KPC, mas a causa das mortes não foi diretamente atribuída à infecção.

Informações adicionais

  • Casos identificados por exames de rotina
  • Pacientes sem sintomas ou infecção ativa
  • Medidas preventivas reforçadas no hospital
  • Monitoramento constante por órgãos de saúde

O episódio reforça a importância dos protocolos de controle e da vigilância em ambientes hospitalares, garantindo a segurança de pacientes e profissionais de saúde em Sumaré e em toda a região.

Fonte:

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